O cristal negro pairara oculto sobre o altar, pulsando como um agonizante e pútrido coração, sua superfície exalando trevas como se contivesse a própria essência da escuridão. Antes que a explosão o atingisse, ele já vibrava de forma errática — até que, num silencioso estilhaçar, despedaçou-se junto com o altar, libertando um último suspiro de sombras antes de se desintegrar.
Enquanto isso, nas profundezas do mundo inverso, Duncan surgiu da fenda na escura parede — pouco mais que sombras em conc