Mundo ficciónIniciar sesión2005 - Valéria Palawitz era uma jovem problemática filha de pais ricos que levava uma vida de garota delinquente, até descobrir que possuía magia das trevas dentro de si. Ela fora encontrada por três feiticeiras que a convocou para participar de um recrutamento, com o intuito de formarem uma facção para combaterem contra os feiticeiros das luzes e recuperarem o trono que era de direito da Grande Feiticeira Mestra, a rainha Kanahlic. Valéria passou a conviver no mundo mágico e essa experiência a mudou de uma forma significante, principalmente ao saber que não era uma feiticeira comum, mas sim, uma Allogaj. "Não confunda feitiçaria das trevas com magia obscura."
Leer másEm um átimo, Escálius sentiu uma presença muito poderosa, e antes que Valéria se aproximasse de Kanahlic, ele lançou uma bola de raio cósmico, a Allogaj rebateu para o chão com o feitiço Spegulo e a explosão as arremessou para longe.Kanahlic foi salva no ar por luvas-de-prata que flutuavam com as suas capas da levitação, as mestras se transformaram nos monstros e atacaram a todos os feiticeiros das luzes do Castelo e Valéria usou o seu bastão para criar um vórtice agora embutido no seu corpo e chegar ao chão sem se ferir, era a única que conseguia fazer essa proeza, tinha poder para isso, pois, as bruxas que ali chegaram lançaram um encantamento na Sala do Trono que impedia que portais ou vórtices fossem abertos, ninguém entrava nem saía por meio de magia.A luta começou.Escálius sentiu-se incumbido de enfrentar a Allogaj e em meio ao caos, caminhou para encará-la, Valéria olhou para a Rainha Zadahtric cercada pela magia dos guardas, pelo menos ninguém consegu
Do outro lado da passagem havia um gigantesco e plano lugar branco, a poucos metros existia uma enorme muralha feita de água com um corredor centralizado na base.Ao se aproximarem, comprovaram que era água de verdade e não tinha nada que a segurasse.— Que legal! — admirou Cíntia quando caminhavam pela passagem, ela passou a mão sobre as águas. — Estou me sentindo num parque aquático.— Já passei tanto por isso que perdi a conta — disse Rosie com voz pesada. — Esta é a parte em que perdi duas vezes. Tudo o que este obstáculo mais pede é de tempo, senão poderemos nos afogar. Bem, quando chegarmos ao final, terei que produzir água e encher um buraco no chão em forma de tigela antes que a onda nos pegue.— Produzir água? — perguntou Valéria. — Isso é tão difícil, até mesmo para mim, mas agora eu consigo, tranquilo.Rosie a encarou.— Sério? Você consegue? Quer tentar? — Rosie perguntou com sinceridade.— Quero, por que não?— Ter
Quando Valéria acordou, quase pulou da cama ao se deparar com uma bruxa a observá-la, a criatura estava de pé, quase imóvel apesar de respirar e piscar os olhos.— Você me assustou — disse Valéria, ela não reconheceu a bruxa. — Quer alguma coisa?— Só queria dizer que a única pessoa que foi para as pirâmides sem necessidade foi você — Zafrat quem dissera.Após isso, Zafrat se retirou sem mais delongas a deixar Valéria confusa, com muito esforço ela lembrou-se do que ela estava a se referir.— Nossa! — exclamou Valéria. — Isso que é rancor.Em seguida, Valéria pegou a sua bolsa qual estava na barraca e retirou de dentro uma escova de dentes, escovou e logo após, procurou o que comer.Foi para uma das cabanas das aulas, no caminho se deparou com todas as suas amigas, inclusiv
Quanto mais caminhavam, mais sentiam a impressão de estarem descendo numa ladeira.— Oh, esquisita — disse Valéria para Zeynep —, por que não entendi as palavras mágicas que você falou para abrir a passagem?— Porque é uma língua morta, bobinha. — respondeu a loira. — A Magia Vox Universalem não traduz línguas mortas.— Eu sei, e imaginei que fosse isso.— É a antiga língua egípcia, o Copta. Para matar a sua curiosidade, eu falei: "Entrada, eu te conjuro."— Antiga língua egípcia? O que eles falam hoje?— Árabe-egípcio. O que você pensou?Valéria não respondeu, preferiu se fazer de grossa do que dizer qualquer besteira e se passar por ignorante.— Onde você aprendeu Copta? — perguntou para mudar de assunto.— Aqui mesmo, no Egito, com um feiticeiro-beduíno, antes disso, tive que aprender inglês avançado para me comunicar perfeitamente por que ele não falava turco e o meu sotaque atrapalhava na sua compreensão. Era um velho chato,
Último capítulo