A água do rio parou de ferver em torno de Yara. As sombras dentro dela—que há momentos lutavam como serpentes envenenadas—agora repousavam, subjugadas pela centelha sagrada que ainda resistia em seu âmago. Uma calmaria estranha e profunda desceu sobre o mundo, como se a própria floresta suspirasse aliviada.
Mas a paz era... uma âncora frágil.
No silêncio que se seguiu, a pergunta mais antiga de sua alma ressurgiu, mais pungente que nunca: Onde estás, Tupã?
Os primeiros raios do amanhecer filtra