O pântano era um reino de névoa e segredos. A luz da lua se escondia atrás de nuvens espessas, como se temesse iluminar demais os horrores que ali se desenrolavam. A água estagnada refletia apenas fragmentos do céu, criando um espelho quebrado que distorcia as formas e confundia os sentidos. Era um lugar onde o tempo parecia se dobrar, onde cada passo poderia levar a um destino desconhecido.
Tupã movia-se como uma sombra, seu corpo biônico mesclando-se com a escuridão, seus olhos azulados reluz