(POV CELINA BRAGA)
As portas se abriram para o saguão monumental da empresa.
Uma parede de flashes explodiu na minha cara. O clarão era cegante, ruidoso como tiros sendo disparados contra nós.
O barulho era um enxame de abelhas no meu crânio.
Repórteres se empurravam, microfones avançando como lanças apontadas para a minha garganta.
Adrien me puxou. Seu braço circulou minha cintura com uma força possessiva, colando minhas costas no peito largo dele. O cheiro amadeirado do seu lobo me envolveu