(POV ADRIEN BLACKWOLF)
O mundo lá fora foi apagado pelo impacto da porta do SUV e pelo gosto da boca dela.
Nenhum de nós dois se importou. Os seguranças sabiam que tinham que nos isolar.
Celina não recuou. Ela cravou as unhas no colarinho do meu terno e me puxou de volta para ela com um gemido abafado, sedento.
Não era mais encenação.
Eu não era mais o CEO engravatado. Eu era a porra de um predador encurralando a minha presa.
Cravei meus dentes no lábio inferior dela, forte o suficiente para r