(POV CELINA BRAGA)
O silêncio que se instalou no templo de mármore era tão denso que eu conseguia ouvir o sangue pingando do meu pescoço.
A marca de Adrien pulsava em mim.
O Ancião deu dois passos à frente, o báculo de osso sagrado batendo contra o chão com um estrondo ecoante. Ele olhou para os meus olhos, que eu sabia que ainda queimavam em amarelo, e sua expressão mudou de severidade para um espanto quase religioso.
— Isso é extraordinário... e extremamente raro — a voz dele ecoou pelas pa