O apartamento de Daniel parecia uma cela de luxo desordenada. Garrafas de bebida vazias e documentos espalhados compunham o cenário de sua ruína emocional. Quando a campainha tocou, ele abriu a porta com a fúria estampada no rosto, esperando qualquer um, menos Vanessa.
— O que você está fazendo aqui? — Ele rosnou, a voz rouca.
— Daniel, por favor... — Vanessa tentou entrar, o rosto inchado de tanto chorar. — Eu vi as notícias. Eu não queria que as coisas chegassem a esse ponto. Eu só queria que