CAPÍTULO 183.
Desde o dia em que Aiyra veio nos visitar, Darina não me dirigiu mais do que três ou quatro palavras por dia. Ela se trancou em si mesma — no quarto, no silêncio, nos horários rígidos que um dia fui eu quem impus. E mesmo agora, me odiando, ela ainda os cumpre. Isso diz mais sobre quem ela é do que sobre qualquer poder que eu ainda ache que tenho.
Ela não traz garotos pra cá. Não beija ninguém. Não se droga, não bebe. E nunca passa das oito da noite fora da mansão, mesmo nos dias em que some po