— Ana Cooper —
Fechei os olhos e deixei que minhas mãos obedecessem o que era dito, estava sentindo minhas roupas íntimas umedecendo. Era uma grande loucura fazer isso, ainda mais por telefone. Ele gemeu meu nome, e era impossível não gemer também, estava louca!
Ele comandava para que eu descesse minhas mãos por meu corpo, entre meus seios. — Ah! querida, é meu sonho poder tocar neles. — sua voz rouca e baixa, o suspiro que me deixou toda arrepiada, a sensação era incrível. — Diga meu nome, Lin