Capítulo 2 (parte 5)

— Desculpa… é sério… eu não queria ter te chamado de puta… o Rúi deve t-ter explicado errado pra vocêee…

Ele apertou os olhos, os soluços sacudindo-o.

— Era bri-brincaderia… eu tava descontraído com meu amigo… eu n-não acho você puta não, moça… é sério… desculpa ter te chamado de puta aquel- aquela hora! Eu tava puto… você entende?! ME AJUDA! EU TÔ ARDENDO EM DOR, CARALHO!!!

E dentro daquela situação horrível, ele tentava ao máximo passar o que sentia para ela, mesmo que ela não se importasse, mesmo que a indiferença dela fosse mais cortante que qualquer faca. Ele, ingenuamente, queria acreditar que ela poderia ajudá-lo, assim como sua avó sempre ajudou quando precisou, uma pequena luz de esperança em meio ao tormento.

— Moça... tem uma ca-caixa com remédios na m-mesa do lado, por favor, pas-passa alguma coisa na minha perna, se não vai infeccionar, tá muit-to ruim...

Ela pareceu inspirar profundamente — ela o olhou quase de relance, demonstrando um ar de superioridade que o fez senti
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