Capítulo 2 (parte 4)

— Qual a senha da internet? — uma pergunta calma e baixa que foi como um tiro na cabeça de Nunes.

— Que? — ele fez uma careta exagerada, incrédulo.

— A senha. Da internet — ela disse, plenamente tranquila, sem um pingo de emoção.

— Você tá me zoando, né? — ele sorriu, gargalhando como se tivesse ouvido a piada mais absurda de sua vida: — E mesmo se eu te passar, vai pegar aqui? — ele respirou fundo, encarando a mulher que o olhava com olhos calmos, desafiadores.

A expressão da menina mudou instantaneamente. Ela rapidamente se levantou da cadeira e caminhou com passos brutos até Nunes. O ar ficou pesado com sua proximidade. Sem aviso, ela agarrou a faca que ainda estava cravada em sua coxa e a puxou com força, fazendo-o gritar em uma agonia aguda. Com a mesma faca, ela pressionou a lâmina fria contra o pescoço dele, quase cortando.

— A senha. Agora — seus olhos se arregalavam, um brilho de fúria selvagem neles.

— Para... e-eu falo, porra! — Nunes quase chorava de medo e dor, o corpo en
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