Rosa Fernandes
Naquela terça-feira, Cristopher insistiu para me levar a um barzinho que, segundo ele, era “a cara dele”. Um lugar pequeno, aconchegante, com mesas de madeira rústica, paredes cheias de quadros coloridos e uma iluminação baixa que deixava o ambiente mais íntimo. No palco ao fundo, um microfone descansava ao lado de um violão — era noite de karaokê.
Quando entramos, percebi que já havia uma mesa ocupada. Dois casais nos esperavam. Um deles eu reconheci de imediato: eram Matheus