Mundo de ficçãoIniciar sessãoRosa viu sua vida mudar drasticamente na adolescência após perder os pais em um trágico acidente que também resultou na perda de uma perna. Sob o domínio de uma avó que a despreza, Rosa enfrenta a solidão e a amargura, enquanto suas irmãs desfrutam de privilégios. Determinada a encontrar paz e redescobrir suas raízes, Rosa retorna à Argentina, onde é tocada pela inocência e alegria de Nina, uma jovem cuja presença lhe traz um novo sentido de esperança. Juan Carlos, um respeitado cirurgião, também tem sua vida transformada ao assumir a responsabilidade por Nina, sua filha de um breve romance. Comprometido em proporcionar um lar estável para Nina, ele enfrenta desafios emocionais profundos enquanto se adapta ao papel de pai solteiro. À medida que Rosa e Juan Carlos enfrentam suas batalhas pessoais, seus caminhos se entrelaçam de maneiras surpreendentes. Em meio a um turbilhão de emoções, eles descobrem que, mesmo nos momentos mais difíceis, o amor verdadeiro pode curar feridas antigas e abrir caminhos para um futuro repleto de esperança e possibilidades.
Ler maisJuan Carlos Hernandez Tudo ficou branco quando vi a Alma, e sim era a Alma á reconheceria em qualquer lugar não ouvir mais nada quando a senhorita Grey saiu para pegar as atividades para podemos ver, a Rosa me puxou para me apresentar a mamãe da Luz amiga da Nina. — Alma — a Rosa falou e já se abraçaram, quando ela me ver faz uma cara tipo, te conheço. — Alma? — perguntei com a voz surpresa. — Juan Carlos? — quando ela pergunta eu a abraço com força. Sei que a Rosa deve está sem entender nada, só notei que estava chorando quando vi o meu irmão, ele me abraçou estávamos em meio a lágrimas quando nos soltamos olhei para eles e ficamos nos olhando e nossa meu irmão está aqui meu irmão. Estávamos em silêncio e todos emocionados, meu irmão está tão diferente, de como me lembrava. — Rosa este é meu irmão, e bom está é minha cunhada — ela estende a mão para ele que a abraça e a Rosa retribui. — Escolheu bem mano, que cunhada mais linda eu tenho — a Alma fez uma cara de segura a risad
Rosa FernandezA quarta passou muito rápida e hoje já é quinta e já acordei com uma entrega na portaria eram um buquê de rosas vermelhas que o Cristopher tinha mandado para mim, e tinha um cartão " uma rosa nem de longe tem a sua beleza, então resolvi te dar 13 por ser o número de horas que estarei contando para te ver" li e logo um sorriso surgiu nos meus lábios.— Estás rosas são lindas — a Nina falou enquanto eu colocava as rosas vermelhas junto com as minhas duas rosas brancas.— Sim são lindas — falei sorrindo.— O tio Cris gosta mesmo da senhora — ela falou mais estava com uma carinha estranha.— Espero né filha, mas vamos para a escola que hoje o papai vai te buscar, e a mamãe vai sair com o tio Cris — falei para ela.— Mas você me promete que vai me colocar para dormi, eu quero muito que a senhora me coloque na cama — ela me pediu.Ela fez aquela carinha de anjo e não consigo resistir.— Tudo bem meu amor, a mamãe vai te colocar para dormi. — falei beijando ela e vamos para a
Juan Carlos HernandezA semana passou muito rápido e graças a Deus só tive plantão ontem, eu vou todos os dias ver a Dolores, a gravidez dela é de alto risco e estou muito preocupado, ela não quis ficar internada, e os médicos estão com medo do caso dela, porque além da pressão e da desnutrição ela tem HIV, coisa que a mesma não sabia, a Nara por sorte não tem nada só desnutrição.A Dolores ficou acabada quando soube principalmente porque o bebê vai nascer com a doença, a coitada já passou por tanta coisa, além de ser estuprada, e acabar grávida ainda está doente, estamos tentando cuidar dela, mas não está sendo nada fácil.Hoje eu tive que levar os documentos da Nina na escola e não vejo a hora da Rosa receber um dos seus presentes de aniversário, ela com certeza vai ficar muito feliz.Hoje a Rosa saiu de novo com o namorado, eu estou na sala com a Nina ajudando ela com o dever de casa.— Papito a Luz sabe o nome dela todo e eu não sei. Só sei Nina, qual é o meu nome todo? — ela perg
Rosa Fernandes Naquela terça-feira, Cristopher insistiu para me levar a um barzinho que, segundo ele, era “a cara dele”. Um lugar pequeno, aconchegante, com mesas de madeira rústica, paredes cheias de quadros coloridos e uma iluminação baixa que deixava o ambiente mais íntimo. No palco ao fundo, um microfone descansava ao lado de um violão — era noite de karaokê.Quando entramos, percebi que já havia uma mesa ocupada. Dois casais nos esperavam. Um deles eu reconheci de imediato: eram Matheus e Maitê, os pais da Tina, uma amiga próxima. O outro casal, porém, era novidade para mim.— Boa noite — cumprimentei com um sorriso, tentando parecer à vontade.— Boa noite! — respondeu o homem que eu ainda não conhecia. — Pensei que vocês não viriam.Cristopher riu, como se a cena fosse corriqueira.— Eu estou apenas uns quinze minutos atrasado. Como sempre, você exagera, Pablo. — Olhou para mim, pousando a mão em minhas costas com um certo orgulho. — Deixa eu apresentar: esta é a minha namorad
Último capítulo