Os primeiros dias na Casa de la Llum passaram como tinta escorrendo suave sobre tela crua.
Barcelona parecia se abrir mais a cada passo.
Allegra acordava cedo, fazia café forte, passava manteiga nos pães artesanais que vinham de uma padaria vizinha e seguia com Lucca até o El Taller.
A residência artística não era um lugar comum.
Era um organismo vivo.
Artistas de diversas partes do mundo compartilhavam não só o espaço — mas os silêncios, os processos, os fracassos e os brilhos súbitos da criaç