Acordei com o som do vento batendo de leve na janela e o calor do corpo de Lucca ao meu lado.
Estávamos deitados no tapete da sala, cobertos por uma manta xadrez e embalados pelo restinho de calor da lareira. A luz do sol filtrava pelas cortinas com delicadeza, como se soubesse que a gente precisava de um amanhecer calmo.
Ele ainda dormia, os cabelos bagunçados e uma mão estendida entre os meus cabelos, como se mesmo em sonho quisesse manter o toque.
Observei por alguns segundos.
Como pode algu