Acordei com o peso leve de Louis deitado sobre minhas costas. O gato ronronava como se fosse dono do universo, suas patinhas amassando meu moletom como um padeiro apaixonado pela massa.
— Louis, você está muito confortável pra quem não paga aluguel — murmurei, virando de lado.
Ele apenas bocejou, com a altivez de quem não devia satisfações a ninguém. E, por algum motivo, aquilo me fez rir de verdade.
Ainda sonolenta, puxei meu caderno e um lápis de cor que tinha pego da gaveta de Sophia no dia