Lucia encarava Elena como quem vê um eco.
A mulher diante dela parecia saída de um pesadelo antigo:
mesmo olhar firme, mas sem arrogância.
Mesmo queixo erguido, mas sem ameaça.
A única diferença era o cansaço.
Elena parecia… cansada de sobreviver.
— Você está morta — disse Lucia, quase como um sussurro.
— Estive.
Serena apareceu na porta, ainda atônita.
— Quem é?
— Uma lembrança — respondeu Lucia. — Que não pedi pra revisitar.
Elena deu um passo à frente.
— Preciso falar com você.
Lucia hesitou