O corpo de Domenico havia sido cremado.
Sem honras. Sem cerimônias. Sem aplausos.
Lucia Mancini observava as cinzas caírem no rio, de cima da ponte de pedra em Montenegro.
Não havia lágrimas.
Nem alívio.
Ao seu lado, Serena. Silenciosa, atenta.
Adriana e Matteo haviam retornado a Roma.
Mas Lucia quis ficar. Precisava entender por que ainda doía.
— Pensando no que ele foi? — perguntou Serena, a voz baixa.
Lucia balançou a cabeça.
— Pensando no que eu precisei ser pra vencê-lo.
—
Naquela noite, v