Serena vestia preto.
Camisa de linho, casaco justo, e os olhos de quem acordou com mais perguntas do que horas dormidas.
Ela sabia que Elena escondia mais do que dissera.
E sabia, com a mesma certeza com que sabia atirar, que o nome “Vieri” era a chave para um passado que ninguém deveria abrir.
Mas ia abrir.
Com as duas mãos.
— Adriana — disse ao telefone. — Organize minha ida para Verona.
Preciso falar com Dario Vieri.
Adriana demorou um segundo.
— O mesmo Dario que tentou matar você?
— O mesm