Serena encarava o pen drive como quem encara uma adaga envenenada.
Giulia.
Sempre ela.
Mesmo morta, ainda jogando.
Ainda movendo peças.
Dante entrou na sala, notando a tensão.
— Já viu o que tem?
— Não.
E sinceramente… estou considerando nunca ver.
— Não é do seu feitio fugir da verdade.
— A questão é: essa verdade é minha?
Dante se aproximou.
— Você a criou, Serena.
Mesmo que não tenha dado à luz.
Você limpou o sangue, ensinou a respirar, matou por ela.
Se isso não faz de você mãe… nada mais f