A madrugada no hospital era cortada por luzes brancas e o som constante dos aparelhos.
Serena não arredou o pé do quarto de Dante.
Sentada ao lado da cama, olhos fixos no rosto dele.
O ombro enfaixado, o corpo imóvel… mas vivo.
Ela segurava a mão dele com firmeza.
— Você sempre disse que eu era feita pra dominar.
Mas não me avisou que pra isso eu teria que enterrar metade do que amo.
Lá fora, Adriana estava ao telefone, coordenando os seguranças da mansão.
— Coloca o dobro de homens nos portões