Henrique não esperou mais nada. Segurou a nuca de Isadora e puxou-a para si, colando os lábios dela nos dele com uma intensidade quase faminta. O choque percorreu o corpo dela, mas não foi prazer que sentiu, foi raiva. Imediatamente, Isadora empurrou o peito dele com força e recuou, olhando-o com raiva.
— Não! — disse firme, respirando pesado. — Eu não estou afim de fazer de você o meu prostituto particular.
Henrique arqueou uma sobrancelha, o canto da boca se curvando num sorriso debochado.
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