Nosso início.
continuação
A respiração dele ainda batia quente na minha nuca quando senti os dedos dele soltando a última volta da algema.
Minhas mãos caíram pesadas sobre a cama… e eu fiquei ali… deitada de bruços… tentando me recuperar… o coração disparado… o corpo todo sensível… e a pele marcada pelos toques dele.
Senti ele se deitar ao meu lado… e, por um segundo, deixei o silêncio tomar conta.
Mas claro… minha consciência logo começou a gritar.
— Eu… — Tentei me levantar, buscando algum resquício