A casa — se é que aquilo podia receber esse nome — era grande demais para ser confortável. Havia silêncio demais para ser acolhedora. Cada linha arquitetônica era precisa, calculada, fria. Como Elijah.
Vidro, aço e mármore refletiam a luz suave que vinha do teto, sem deixar sombras suficientes para esconder nada. Era um lugar feito para observar.
E para ser observado.
Isabella caminhou atrás dele, sentindo o peso invisível daquele espaço. Nada ali era neutro. Nada era casual.
— Essa será su