Andrew
Eu sinto quando algo está prestes a sair do controle. Sempre senti. Nos negócios, nas decisões difíceis, nas perdas inevitáveis. Mas dessa vez não é sobre dinheiro, poder ou contratos. É sobre tempo. O meu tempo.
Nos últimos dias, a dor no peito deixou de ser um aviso distante e passou a ser presença constante. Não é só física. É a sensação de que algo está correndo mais rápido do que deveria. De que existe uma linha invisível se aproximando e eu não sei exatamente quando vou cruzá-la.
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