Bruna acordou antes mesmo do sol nascer, os olhos fixos no teto de madeira trançada da pousada, ouvindo apenas o som distante das ondas quebrando na praia. As mãos buscavam inutilmente alguma firmeza nos lençóis revoltos, como se agarrar a algo pudesse acalmar o turbilhão que sentia por dentro.
O beijo continuava impregnado nela como sal grudado na pele após um banho de mar.
Desde aquela noite do luau, evitava sair nos mesmos horários, evitava passar pelas ruas onde ele