Bruna se encolheu na espreguiçadeira de madeira rústica da varanda, abraçando os joelhos, enquanto observava o mar distante tingido pelo alaranjado do pôr do sol. O som das ondas misturava-se com a brisa salgada e o canto ritmado dos pássaros que sobrevoavam as copas altas dos coqueiros.
Ela suspirou, afundando o rosto entre os braços, como se pudesse se esconder não só do mundo, mas principalmente de si mesma.
— Dá pra parar com esse drama todo? — perguntou Gabi, surgi