O sol da manhã invadia a janela de madeira entreaberta, desenhando listras quentes sobre os lençóis claros. Bruna despertou devagar, como quem emerge de um sonho líquido, sem pressa de abandonar o torpor que envolvia seus músculos. Passara a noite inquieta, com o corpo ainda reverberando do olhar de Jae-Hyun na noite anterior — intenso, firme, como se ele tivesse tocado algo dentro dela sem sequer encostar um dedo em sua pele.
No celular, uma mensagem piscava.