O vento morno da noite acariciava a pele de Bruna enquanto ela se acomodava na rede, aninhada ao peito de Jae-Hyun. O vai e vem suave embalava os corpos, que aos poucos se ajustavam um ao outro, como peças de um mesmo desejo, de uma mesma saudade de entrega.
Os dedos dele começaram a deslizar pelas costas nuas dela, expostas sob a blusa fina de alças que usava, traçando linhas suaves da base da nuca até o limite do cós do short. Bruna suspirou, afundando