O silêncio no território de Rurik era incômodo.
Ele havia retornado sozinho, nu, com marcas frescas no peito e o cheiro da bruxa impregnado em cada poro.
Não pediu permissão.
Não pediu explicações.
E não ofereceu nenhuma.
Os olhos dos lobos o seguiram com a fome de quem desejava desafio, mas sabiam que não tinham chance.
Não com as runas.
Não com o Elo queimando sob a pele.
Ele atravessou o acampamento como um rei ancestral voltando da guerra — sujo, marcado e inquestionável.
Mas nem todos se c