Levantei devagar, levando o pergaminho comigo. Me aproximei do vitral, deixando a luz colorida tocar minha pele. O vidro formava o desenho de uma loba envolta por círculos — círculos de proteção, de ciclos, de eternidade.
Pensei no que estava escrito no mapa. “O altar nunca foi só altar. O elo começou ali.”
O altar.
A primeira vez que pisei ali depois de tantos anos, eu senti. Não era só energia — era como um reconhecimento. Como se o chão soubesse quem eu era antes de mim. Como se cada pedra t