Prova de Sangue
O uivo que cortou a madrugada não era um aviso comum.
Era um lamento.
Selyra se agitou dentro de mim.
> “Alguém atravessou o véu.
Alguém que carrega a nossa marca… mas não nosso coração.”
Corri até a varanda da torre, e já podia ver as tochas sendo acesas na direção leste.
A neblina rastejava como dedos finos sobre o chão úmido.
E o cheiro…
ferroso.
Cru.
Familiar demais para ser esquecido.
— Mortos? — perguntei a Kael, que já esperava armado na porta.
— Dois sentinelas.
E um sím