🌒 Capítulo 39

Onde Nasce o Veneno

Acordei antes do sol.

O corpo ainda doía em lugares que palavras não alcançam.

Mas não era uma dor de arrependimento.

Era memória.

Era domínio.

Estava nua sob os lençóis escuros, e por um instante, desejei que o mundo lá fora tivesse desaparecido.

Mas Selyra sussurrou:

> “Levanta.

O sangue ainda não secou.

E o próximo virá com veneno na língua e prata nas mãos.”

Me ergui devagar, envolvi-me num manto vinho e caminhei até a varanda.

A floresta parecia imóvel.

Mas havia olhos
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