O Despertar Entre Sombras e Sangue da Lua
A escuridĂŁo nĂŁo era simples ausĂȘncia de luz.
Era matéria.
Peso.
PressĂŁo.
Ela me envolveu como se tivesse mĂŁos â mĂŁos frias, antigas, que afundavam em minha pele, em meus ossos, em minha alma. NĂŁo havia som. NĂŁo havia chĂŁo. NĂŁo havia cĂ©u. Era como estar suspensa dentro da boca de um abismo vivo, respirando o silĂȘncio com o medo latejando dentro do peito.
Lyria lutava dentro de mim.
Eu sentia sua presença, mas distante, abafada, como se alguém tivesse col