Entre o Alfa e o Supremo
Na manhĂŁ seguinte ao Despertar, o mundo parecia diferente. Meus olhos enxergavam nuances que antes nĂŁo existiam â veios de energia pulsando sob a terra, o brilho das emoçÔes nos rostos das pessoas, o rastro de intençÔes ocultas na brisa. Cada som, cada cheiro, cada sensação vinha carregado de significado. Eu nĂŁo era mais apenas Alice. Eu era Naira. E Naira era eu.
A floresta me reconhecia. Os lobos me seguiam com reverĂȘncia. AtĂ© os anciĂŁos abaixavam a cabeça ao me ver p