Sob o Julgamento da Lua
A noite caiu com um silĂȘncio estranho.
NĂŁo era a calma depois da guerra, mas uma pausa tensa â como o instante antes do trovĂŁo. A floresta, embora liberta do canal de Atrael, ainda guardava marcas do que acontecera. Ărvores queimadas. Terra marcada com runas negras. Sangue misturado Ă raiz.
Mas acima de tudo isso, a Lua estava cheia.
Radiante.
Imponente.
Ela nos observava.
NĂłs trĂȘs estĂĄvamos diante da clareira. Eu, Marco e Rafael. Ainda cobertos de poeira, com as roupas