A porta do celeiro bateu atrás de mim com tanta força que a madeira gemeu como se tivesse sido ferida.
O som ecoou pelo pátio inteiro.
Eu mal conseguia respirar.
O ar parecia espesso, pesado, como se tivesse se transformado em lama dentro dos meus pulmões. Cada tentativa de inspirar era uma luta. Cada expiração, uma falha.
Minhas mãos tremiam.
Minhas pernas ameaçavam ceder.
Por um segundo, achei que fosse desmaiar.
A imagem dela ainda queimava na minha mente.
Acorrentada.
Ensanguentada.
Sorrind