A lua pendia alta, prateada, observando cada movimento da clareira como se fosse um juiz silencioso. Seu brilho atravessava as ruínas antigas de Solaria, iluminando os escombros das paredes que um dia guardaram glórias esquecidas. O vento soprava entre as árvores retorcidas, carregando folhas secas que dançavam em círculos, como se celebrassem e advertissem ao mesmo tempo. Eu, o último guardião das tradições antigas, sentia cada fibra do meu ser vibrar em expectativa. O terceiro desafio não era