O quarto estava mergulhado em penumbra; o único som era a respiração ritmada de Yaskara, suave, repousando contra o peito dele.
Voss olhava o teto, os dedos brincando distraidamente com uma mecha solta do cabelo dela. A paz que sentia naquele instante era rara — quase incômoda em sua pureza.
Mas a mente dele não sabia repousar.
Cada lembrança recente se sobrepunha à anterior, como peças de um quebra-cabeça que finalmente começava a se encaixar.
Yaskara Bohr.
Uma estrangeira que falava português