Após algumas semanas de aulas intensas e visitas pontuais ao necrotério, Yaskara finalmente desfrutava de um raro momento de descanso.
O dia estava fresco, e ela se apoiava em um muro baixo, de onde se via a área de treino — agora vazia e silenciosa.
Na mão, um sorvete de casquinha.
Saboreava cada colherada com um prazer quase infantil, como se aquele simples doce fosse a coisa mais maravilhosa do mundo.
— Hum… sorvete em plena folga, hein? —
A voz veio de trás, descontraída, e ela não precisou