Ela cravou suas garras no peitoral dele, que foi pego de surpresa com o ataque e grunhiu de dor, mesmo ferido, Alec agarrou seu pescoço, retirou a garra pálida com unhas grandes e imundas de dentro dele e a jogou contra a árvore.
Ela, de joelhos, começou a movimentar seu tronco para cima e para baixo como um ser louco e lunático e dava gemidos grotescos, olhando para o Alec.
– Oooh... Oooh... Oooh... – A mulher gemia com sons parecidos com o de um porco e começou a sorrir dele, de repente ela