Sozinha, com o coração acelerado, adrenalina entorpecendo meu corpo, corria loucamente atrás deles e das criaturas que o capturaram. Elas ficaram mais longe, comecei a correr mais rápido, o meu grupo de soldados já não conseguiam acompanhar meus passos, o único jeito era tentar salvar a mim, Álvaro e os outros lutando até a morte.
– ÁLVARO! – Gritei perdendo todos de vista.
– SUPREMA! – Ele gritava pela minha ajuda, com sua voz consegui distinguir a direção que eles tinham ido. Corri novamente.