O silêncio da caverna foi quebrado pelo som de passos. Miralen surgiu da escuridão, trazendo consigo um prato de comida. Seu olhar se afilou ao ver que Althea não havia tocado na refeição da noite anterior.
— Que desperdício — ela disse, a voz carregada de irritação. — Você sabe que seus filhotes precisam se alimentar.
Althea ergueu o olhar, firme, e respondeu com serenidade calculada:
— Meu espírito não pode suportar os grilhões. Estar presa me enfraquece. Como você espera que eu me alimente c