Na manhã seguinte Althea e Eryon estavam na estalagem Vento Prateado. Sentados à mesa de um pequeno salão de pedra iluminado por velas, esperavam Malakai, o ancião Seylir que finalmente concordara em recebê-los. O aroma de pães frescos e ervas quentes pairava no ar, mas não fazia muito para aliviar a tensão entre os dois.
Quando Malakai chegou, estava sozinho. Sua aparente felicidade ao vê-los contrastava com o comportamento típico dos anciões. Ele sorria de forma calorosa, como um avô reencont