O som da respiração de Althea ecoava pelo silêncio da caverna. Ela abriu os olhos, mas a escuridão ao seu redor não era a de um sono tranquilo. Era pesada, sufocante, e algo nela dizia que não estava sozinha.
— Eryon? — Sua voz soou fraca, quase um sussurro.
De repente, um brilho dourado atravessou a escuridão. Os olhos dele, tão familiares, cor de mel, pareciam buscar os seus. Ele estendeu a mão, e o gesto carregava uma ternura que Althea quase não se permitia lembrar. Por um instante, o peso