O céu amanheceu denso, de um cinza que pesava sobre os telhados. O ar estava parado, e até os pássaros pareciam ter recuado para dentro das árvores. Isabella acordou com o som das janelas batendo, e um arrepio percorreu seu corpo antes mesmo de abrir os olhos.
Lá fora, os cavalos relinchavam inquietos. O vento começava a soprar com força, carregando o cheiro úmido de chuva e terra molhada. Seu Anselmo já estava na varanda, o chapéu amassado nas mãos e o olhar fixo no horizonte, onde as nuvens s