A casa acordou com cheiro de pão quente e café passado na hora. Dona Lourdes já estava de pé havia algum tempo, movimentando-se pela cozinha como quem conhece cada canto não apenas com os olhos, mas com o corpo inteiro. Isabella apareceu pouco depois, Clara ainda sonolenta no colo, os cabelos finos bagunçados.
— Bom dia, meu amor. — Dona Lourdes disse, estendendo os braços para a menina.
— Bom dia, Madinha Dudes… — Clara respondeu, a fala ainda meio torta, arrancando um sorriso das duas.
Isabel