A casa grande acordou com um silêncio diferente naquela manhã. Não o silêncio das perdas antigas nem o da solidão que já havia morado ali por tanto tempo, mas um silêncio cheio — como se cada canto ainda guardasse ecos da noite anterior.
Isabella foi a primeira a despertar. Clara dormia profundamente no berço improvisado ao lado da cama, a respiração miúda, regular. Isa ficou alguns minutos apenas observando, sentindo aquele amor que não pedia esforço, só presença. Havia algo de novo em seu pei