Dominic Lexington Cavalieri
O choro recomeçou como um miado rouco, mas em segundos escalou para um lamento alto, desesperado, rasgando o silêncio da casa como uma sirene enlouquecida. Dmitri arqueava o corpo, encolhia os punhos, o rosto completamente vermelho, o que o deixava com a pele vermelha.
— Ele não para, porra — Meu irmão pareceu exausto, andando de um lado para o outro no tapete da sala. — Eu tentei dar a mamadeira. Não quer. Já troquei a fralda. Nada. Porra, Dominic.
Fui até ele, tocan